
segunda-feira, 13 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Discutindo Participação
*Luiz Henrique
Quando se debate o planejamento da cidade, não se deve discutir apenas o sentido das ruas, o zoneamento dos bairros e as áreas que serão protegidas pelo poder público. Na pauta dos estudos e negociações se deve incorporar, também, os pequenos detalhes que mudam substancialmente a vida das pessoas, dos cidadãos, que serão os verdadeiros beneficiados (ou prejudicados) pelas intervenções feitas no espaço urbano. O técnico (ou não) que propõem uma mudança deve ser coerente e conhecedor da sociedade que vive e, quando não for, deve procurar ajuda de tal para agir de forma coerente com décadas de estudos e experiência que a humanidade produziu sobre temas diversos que, interligados, explicam e orientam as intervenções na cidade.
Há oito anos, surge uma Lei Federal chamada Estatuto da Cidade, que nos fornece mecanismos coerentes e avançados que dão suporte às adequações das cidades brasileiras. O Estatuto prevê, por exemplo, audiências públicas com participação efetiva das camadas populares na discussão de projetos de interesse social. Prevê formas de se cumprir o caráter social (previsto na constituição) do solo urbano e dá suporte legal às ações de caráter comum como onerar o especulador de terras urbanas e punir o quem não executa uma concessão pública de forma correta.
Não se pode esperar, no entanto, somente que a máquina pública brasileira (Federal, Estadual e Municipal) comece a agir para implementar as mudanças que nossas cidades necessitam. Estas instituições são, em diferentes escalas que podem variar de lugar para lugar, viciadas ou geridas por pessoas inseridas em contextos atrasados ou que ainda renegam partes ou a totalidade destas novas leis inclusivas e avançadas. O cidadão deve exercer seu papel transformador através de suas atribuições democráticas: o voto, a voz, a comunicação e a exposição da sua insatisfação. Participar de seminários, grupos de discussão nos bairros, discussões e decisões participativas, sessões do poder legislativo e movimentos comunitários e populares, tornam o cidadão cada vez mais preparado para discutir o espaço em que vive e monitorar as ações dos governantes e legisladores. Além disso, pequenas atitudes diárias ajudam a construir uma cidade justa e sustentável.
Com estas Leis avançadas nas mãos, cabe a todos nós (cidadãos, profissionais liberais, estudantes, gestores públicos e trabalhadores) colocarmos em prática a construção de um espaço urbano mais justo e acessível, entendendo o direito à cidade não como favor ou caridade, mas como um direito constitucional e de extensão a todos. A Cidade é um organismo vivo e precisa de oxigênio. Isto é uma constatação importante para o entendimento do que é estar em sociedade urbana e de como tornar nossa cidade acessível a toda população, sem restrição.
Há oito anos, surge uma Lei Federal chamada Estatuto da Cidade, que nos fornece mecanismos coerentes e avançados que dão suporte às adequações das cidades brasileiras. O Estatuto prevê, por exemplo, audiências públicas com participação efetiva das camadas populares na discussão de projetos de interesse social. Prevê formas de se cumprir o caráter social (previsto na constituição) do solo urbano e dá suporte legal às ações de caráter comum como onerar o especulador de terras urbanas e punir o quem não executa uma concessão pública de forma correta.
Não se pode esperar, no entanto, somente que a máquina pública brasileira (Federal, Estadual e Municipal) comece a agir para implementar as mudanças que nossas cidades necessitam. Estas instituições são, em diferentes escalas que podem variar de lugar para lugar, viciadas ou geridas por pessoas inseridas em contextos atrasados ou que ainda renegam partes ou a totalidade destas novas leis inclusivas e avançadas. O cidadão deve exercer seu papel transformador através de suas atribuições democráticas: o voto, a voz, a comunicação e a exposição da sua insatisfação. Participar de seminários, grupos de discussão nos bairros, discussões e decisões participativas, sessões do poder legislativo e movimentos comunitários e populares, tornam o cidadão cada vez mais preparado para discutir o espaço em que vive e monitorar as ações dos governantes e legisladores. Além disso, pequenas atitudes diárias ajudam a construir uma cidade justa e sustentável.
Com estas Leis avançadas nas mãos, cabe a todos nós (cidadãos, profissionais liberais, estudantes, gestores públicos e trabalhadores) colocarmos em prática a construção de um espaço urbano mais justo e acessível, entendendo o direito à cidade não como favor ou caridade, mas como um direito constitucional e de extensão a todos. A Cidade é um organismo vivo e precisa de oxigênio. Isto é uma constatação importante para o entendimento do que é estar em sociedade urbana e de como tornar nossa cidade acessível a toda população, sem restrição.
*LUIZ HENRIQUE DIAS DA SILVA é Secretário de Organização do PCdoB de Foz do Iguaçu.
Encontro em Itaipulândia
O Presidente do PCdoB de Foz do Iguaçu, vereador Nilton Bobato, participou na última quinta-feira (02/07) do primeiro Curso de Formação do PCdoB de Itaipulândia, no oeste do estado.
Organizado pela Comissão Provisória Municipal que fundou o Partido, a atividade teve abertura com o vídeo “Boas Vindas”, do Comitê Central, onde o Presidente Nacional da sigla, Renata Rebelo, fala sobre a história do PCdoB e convida os novos filiados e dirigentes a construir um partido forte, coerente e que atue junto a massa trabalhadora brasileira, visando um país mais justo para todos. Após, Nilton Bobato conversou com os participantes, respondeu perguntas e falou sobre a importância da militância consciente e de uma atividade política coerente com o Estatuto e o Programa do PCdoB.
Segundo o membro da Comissão Provisória, Adair dos Santos, “a conversa com Nilton foi muito boa. Esclareceu muitas dúvidas e nos deixou empolgados para continuar os estudos”.No final do evento, Bobato esclareceu dúvidas sobre o 12° Congresso e forneceu materiais para que os membros da Provisória continuem os estudos sobre o partido. “O PCdoB é um Partido diferente. Exige estudo e dedicação. Foi uma atividade muito positiva”, disse o vereador após o evento.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Café Com Letras
Mariana Serafini
Essa Primeira Edição teve como escritor homenageado o jornalista uruguaio Eduardo Galeano.
Sarau do latim seranus é um evento cultural realizado desde o século XIX com o objetivo de proporcionar um espaço livre onde os participantes possam se manifestar artisticamente. Além de literatura costuma contemplar também a música, dança, pintura e teatro.
Sábado, 20, às 19 horas no Treviolo Café aconteceu o primeiro Sarau Literário organizado pelos escritores iguaçuenses Luiz Henrique Dias da Silva, Renata Uber e Roberto Luiz Medina.
Essa Primeira Edição teve como escritor homenageado o jornalista uruguaio Eduardo Galeano.
Textos extraídos do Livro Dos Abraços foram distribuídos aos participantes logo na chegada. No começo alguns estavam ainda um pouco envergonhados, mas com o tempo todos se encorajaram e acabaram lendo, por menor que fosse, algum trecho da obra de Galeano. Nas rodadas seguintes outros autores escolhidos pelos participantes foram também contemplados.
“Uma das propostas era fazer com que as pessoas lessem e se interessassem pelos textos do Eduardo Galeano, um autor que eu gosto muito. Nós pretendemos organizar um sarau por mês e, a partir de julho, além do Treviolo Café, em outros lugares ainda não definidos. Mas o objetivo final é que com o tempo, mais pessoas passem a organizar seus próprios encontros literários, e tenhamos várias opções”, afirma Luiz Henrique Dias da Silva.
Aproximadamente 30 pessoas ocuparam o Café. O evento contou com a presença do escritor e atual vereador pelo PCdoB, Nilton Bobato, além de outros escritores, atores e demais pessoas interessadas pela arte na cidade.
Sarau do latim seranus é um evento cultural realizado desde o século XIX com o objetivo de proporcionar um espaço livre onde os participantes possam se manifestar artisticamente. Além de literatura costuma contemplar também a música, dança, pintura e teatro.
Eduardo Hughes Galeano escritor e jornalista uruguaio. Tem por principal característica de suas obras uma crítica ferrenha à ditadura militar e ao capitalismo. É autor de mais de 40 livros traduzidos para diversos idiomas. O mais conhecido é AS Veias Abertas da América Latina, onde ele faz uma análise histórica e política do continente partindo do período colonial e chegando na contemporaneidade. O Livro dos Abraços, obra apresentada no Sarau é uma coleção de histórias curtas sobre temas diversos como emoções, arte, política e valores fazendo uma crítica à sociedade capitalista moderna.
UPE Realiza Congresso em Foz do Iguaçu
Em clima de comemoração aos 70 anos do movimento estudantil paranaense organizado, centenas de estudantes universitários participaram da abertura do 42º Congresso da União Paranaense dos Estudantes, realizado na Câmara de vereadores de Foz do Iguaçu.

A atual Presidente da União Paranaense, Fabiana Zelinski, eleita em 2007 no último congresso realizado, disse que esta edição “marca uma era de lutas e conquistas no seio do movimento estudantil e da sociedade paranaense, possível pela unidade de diferentes forças em busca de um mesmo ideal”.
De acordo com Fabiana, é a diversidade de idéias presente na UPE que garante uma gestão democrática e unitária. “O movimento estudantil resistiu na ditadura e está organizado até hoje devido à diversidade de idéias presente em sua organização”.
O local esteve lotado por representatividades estudantis de todo estado, entre elas, lideranças da UFPR, UTFPR, UNIOESTE, UEM, UEL e de várias faculdades particulares que nestes próximos dois dias, debaterão os rumos da entidade com eleição de nova diretoria.
Participaram da abertura, o vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, o vereador, Nilton Bobato, Joel Benin, representando os ex-presidentes da União Paranaense dos Estudantes e Maria José El Saad representando o Cebrapaz (Centro Brasileiro de solidariedade aos povos e luta pela Paz).
Participaram da abertura, o vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, o vereador, Nilton Bobato, Joel Benin, representando os ex-presidentes da União Paranaense dos Estudantes e Maria José El Saad representando o Cebrapaz (Centro Brasileiro de solidariedade aos povos e luta pela Paz).
De acordo com Fabiana, é a diversidade de idéias presente na UPE que garante uma gestão democrática e unitária. “O movimento estudantil resistiu na ditadura e está organizado até hoje devido à diversidade de idéias presente em sua organização”.
Nestes 70 anos de história de luta da UPE, a Presidente da UNE, Lúcia Stumpf, abordou sobre o novo papel do movimento estudantil no cenário político brasileiro. “Se antes, o movimento estudantil protagonizava a luta contra a ditadura, pelo acesso universitário, pela redemocratização, em defesa do Petrobrás, hoje, nossa geração conquista a expansão do acesso à universidade, o Prouni, o fim do vestibular e também vamos defender o Pré-sal”.
Diante da platéia representativa, estes dois dias de congresso da UPE prometem um intenso debate sobre as mais diversas questões presentes no cenário político brasileiro. “Vamos debater a expansão de acesso ao ensino superior, à defesa do Petróleo brasileiro e das estatais, um novo formato para a universidade, mais democrática e humanista, saúde, diversidade, etc”, disse Zelinski.
Nestes 70 anos de história de luta da UPE, a Presidente da UNE, Lúcia Stumpf, abordou sobre o novo papel do movimento estudantil no cenário político brasileiro. “Se antes, o movimento estudantil protagonizava a luta contra a ditadura, pelo acesso universitário, pela redemocratização, em defesa do Petrobrás, hoje, nossa geração conquista a expansão do acesso à universidade, o Prouni, o fim do vestibular e também vamos defender o Pré-sal”.
Diante da platéia representativa, estes dois dias de congresso da UPE prometem um intenso debate sobre as mais diversas questões presentes no cenário político brasileiro. “Vamos debater a expansão de acesso ao ensino superior, à defesa do Petróleo brasileiro e das estatais, um novo formato para a universidade, mais democrática e humanista, saúde, diversidade, etc”, disse Zelinski.
UPE
Realizado a cada dois anos, o Congresso da UPE é o espaço que reúne representatividades do movimento estudantil paranaense para eleger a nova diretoria e deliberar, no conjunto do movimento estudantil, as próximas ações entidade.
Realizado a cada dois anos, o Congresso da UPE é o espaço que reúne representatividades do movimento estudantil paranaense para eleger a nova diretoria e deliberar, no conjunto do movimento estudantil, as próximas ações entidade.
por Fábio Campana
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