sexta-feira, 2 de julho de 2010
PCdoB de Foz do Iguaçu se prepara para eleições
segunda-feira, 28 de junho de 2010
PCdoB lança candidatura de Chico Brasileiro a deputado federal

sexta-feira, 25 de junho de 2010
Conferência Estadual do PCdoB homologa candidaturas
A avaliação de Nilton Bobato vem ao encontro do projeto eleitoral e programático dos comunistas, que vêem na mudança da composição da Câmara Federal, a radicalização das transformações na política brasileira. Com este entendimento, o PCdoB além do apoio a pré-candidata a Presidente da República, Dilma Roussef, lançará um número significativo de candidatos à Câmara Federal. “O partido entende que a continuidade do projeto instalado no País com Lula deve avançar, com Dilma, e com um novo cenário na composição da Casa Legislativa que sobrevive do conservadorismo e do atraso na política brasileira”, alegou Bobato.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Comunistas de Matelândia realizam conferência e reforçam compromisso eleitoral

Para o Presidente do PCdoB de Matelandia, Celso Da Col, a formalização do diretório é “uma oportunidade do município ter um partido de esquerdo comprometido com a linha de pensamento e com isso agregar valores na política local, possibilitando oportunidades de praticar política de forma coerente e próxima da população, principalmente da política do município”.
O Presidente do PCdoB de Foz do Iguaçu, Nilton Bobato, acompanhou a Conferência e conduziu o processo de eleição dos seis delegados e seis suplentes que participarão da Conferência Estadual do PCdoB e reforçou os compromissos ideológicos do PCdoB. “Os comunistas tem o compromisso de manter o projeto de avanços no País com a eleição de Dilma Roussef, o compromisso de eleger representantes de esquerda para a Câmara Federal e Senado e o compromisso de mobilizar trabalhadores e trabalhadoras para a luta rumo ao socialismo”, disse Nilton.
Na região, o compromisso eleitoral do PCdoB foi reforçado pelo partido de Matelândia ao firmarem apoio a pré-candidatura de Chico Brasileiro a deputado federal. “A pré-candidatura de Chico Brasileiro a deputado federal vem pra revitalizar a política no município, haja vista que ele é da região, possui experiência e coerência e viabilizará o projeto do partido na região e no município”, disse.
A tarefa de construir partido e prepará-lo para as eleições deste ano estarão nas mãos de uma militância comprometida ideologicamente que agrega novos e antigos filiados. Segundo o estudante Vandecir Eich, que se filiou no processo de Conferência, a escolha pelo PCdoB está de acordo com seus princípios e visão de mundo. “Venho ao PCdoB porque é um partido que se fundamenta no marxismo, na liberdade, no comunismo, na fraternidade e está construindo coletivamente as mudanças que nos levam ao desenvolvimento e ao socialismo”, disse.
Valdir Carlos Neumann, que também se filiou no processo de conferência veio ao PCdoB porque enxergou na militância do partido, por meio de Chico Brasileiro e Nilton Bobato, o projeto dos comunistas de transformar a sociedade coletivamente. “Vim porque conheci pessoas com vontade de mudar a realidade existente, como o Chico Brasileiro, que nos mostrou o projeto do PCdoB, isso despertou em mim a vontade de participar e fazer a diferença”, enfatizou.
Artigo
Foz e o Futuro
* Luiz Henrique Dias
Como se pensar a cidade? Talvez seja essa a pergunta que nós, iguaçuenses, de nascimento ou de coração, precisamos responder com uma urgência tamanha e com uma lucidez responsável. “A cidade vai chegar a 500 mil habitantes em 10 anos”, estimou dia desses o meu amigo e vereador Nilton Bobato, um dos cidadãos mais lúcidos dessa cidade e o vereador que, certamente, mais perde o sono com os problemas do município. Isso me fez refletir um bocado. O que vamos fazer com nosso trânsito? Qual rumo de crescimento será escolhido: o humano ou da especulação? Manteremos nossa taxa de permeabilidade obrigatória (uma das maiores do Brasil para municípios de porte semelhante)? Cresceremos para nossos atuais habitantes ou pensaremos só em pseudo-condomínios para a classe média migrante (professores da Unila, servidores federais)? Ocuparemos as áreas desocupadas do centro e entorno ou arrastaremos mais e mais pessoas para as periferias distantes, elevando o tempo de deslocamento ao trabalho e os custos públicos e sociais da expansão da infra-estrutura, uma vez que os espaços já preparados para receber cidadãos são guardados para especulação imobiliária? Vamos aprimorar nossa Lei de Zoneamento ou vamos fragmentá-la para o “oba-oba” do capital? Vamos melhorar o transporte? Vamos gerar empregos de valor agregado? Vamos combater os carros a diesel em nossa frota internacional? Vamos terminar nossas calçadas e universalizar o modelo? Vamos ter uma medicina preventiva no sistema público ou vamos investir no modelo curativo, eternamente caro e ineficiente? Vamos eleger Deputados de verdade ou vamos avalizar os mesmos ou seus representantes disfarçados de novidade? Vamos construir um teatro? Vamos construir um parque central? Para onde vamos? Vamos melhorar nosso Código de Posturas ou vamos adequá-lo ao modelo especulativo imobiliário? Vamos fazer uma cidade para a maioria ou não?
Eis as perguntas que me tiram o sono. Eis o problema exposto. A cidade evolui. A cidade melhorou. A cidade entrou num rumo e nada, nada, pode tirá-la dele. Ou a gente faz uma lugar onde a maioria decide e vive feliz, ou a gente volta para casa, liga a TV e fica ali, esperando a morte chegar.
*Luiz Henrique Dias é Secretário de Organização do PCdoB de Foz do Iguaçu.
